Games: número de desenvolvedores de jogos cresce

Eduardo Pereira lançou o Bushido Saga, jogo para celulares - Leo Martins / Agência O Globo

RIO - O Brasil é uma nação gamer. De acordo com a consultoria NewZoo, somos o quarto consumidor mundial nesse setor e ficamos em 13º lugar no ranking de faturamento, mas a tendência é subir posições. Isto porque, de acordo com uma pesquisa global de entretenimento e mídia da consultoria PwC, em 2016 o gasto com jogos eletrônicos no país chegou a US$ 644 milhões. Em 2021, a expectativa é que atinja US$ 1,4 bilhão. Hoje somos um importante polo de games na América Latina, com grandes feiras e eventos do setor.

Neste contexto, a produção brasileira de jogos também cresceu. Em 2008, eram 43 desenvolvedoras. Em 2014, esse número estava em 130. Hoje, são mais de 300 empresas com até 10 funcionários cada, revela Arthur Protasio, que faz parte da diretoria da Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) e é o fundador e diretor criativo da Fableware

Os empreendedores que se arriscam em passar por estas fases, no entanto, sabem como é difícil “zerar” nesta área: criar um jogo é caro e leva muito tempo.

Fonte: oglobo

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