Clássico Pac-man ajuda em pesquisa sobre o medo


O clássico Pac-man, jogo lançado originalmente em 1979 pela japonesa Namco, ganhou outra aplicação na mão dos cientistas ingleses. O jogo foi utilizado em um estudo para descobrir como o cérebro humano reage ao perigo. Segundo o site The Guardian, cientistas do centro Wellcome Trust de neuroimagem da University College London adaptaram o game do popular personagem amarelo a choques elétricos, que eram disparados nas mãos dos voluntários quando estes eram pegos pelos fantasminhas.

Um scanner de ressonância magnética (MRI) monitorou a atividade cerebral de cada um dos participantes e mostrou qual parte do cérebro recebia maior fluxo de sangue. Como se sabe, quanto mais sangue existe em uma área do cérebro, mais ativa ela está.

A pesquisa revelou que, quando o perigo estava distante, os jogadores utilizavam predominantemente a parte do cérebro conhecida como córtex pré-frontal, responsável pelo planejamento de tarefas complexas. Porém, quando o inimigo se aproximava, o cérebro rapidamente ativava uma parte central mais primitiva, que governa a resposta rápida dos mecanismos de sobrevivência com reações como luta, evasão ou até mesmo paralisação.

Em declaração à BBC, o Dr. Dean Mobbs, um dos autores do estudo, explicou que esta mudança de atividade é crucial para a sobrevivência animal, já que sem o medo não há reação à ameaça. O objetivo da pesquisa, que é a primeira a capturar a mudança de atividade no cérebro em mecanismos humanos de defesa, é entender as reações das pessoas ao medo e assim ajudar no tratamento de problemas de ansiedade como, por exemplo, ataques de pânico.

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